Saturday, January 14, 2012

Behind the Scenes



I do not smile because I do not feel like smiling first.
I do not laugh because I do feel like laughing first.
I do not hug because I do not feel like hugging first.

Smiling without your smile does not feel like smiling.
Laughing without the sound of your laugh does not feel like laughing.
Hugging without the warmth of your arms does not feel like hugging.
I can't help but wait for your smile.

Tuesday, May 24, 2011

Two opposites and their attraction to one another



Mimosa pudica (from Latinpudica "shy, bashful or shrinking"; also called Sensitive Plant), is a creeping annual or perennial herb often grown for its curiosity value: the compound leaves fold inward and droop when touched or shaken, re-opening minutes later.


Could it be that all living creatures present themselves in either one of two formats or facets? Or, elaborating a little more - they are constantly oscillating between the two following discrete - and opposite - states: interior and exterior, inside and outside?

Upon touching the inside, it retracts. Upon retracting, it reaches a point where it needs to expand, so not to disappear, so it can be felt, so it can exist. On the other hand, upon expansion, it reveals its inner compartments, chambers - all unguarded, visibly vulnerable. The more it expands, the more fragile it grows. To fully enjoy its existence comes at the expense of risk and danger.

In between these 2, somewhere in time it reaches what is called equilibrium, or balance. Some say balance is not a single point in time, rather, the whole process that can be summed up as change.
And that's all that there is to it. From day to night, night to day, it morphs from one form to the other, waving to balance on the way.

All right, to make my point, forget the picture - let us talk about me.

Saturday, April 9, 2011

We ought to be bravehearted!

I just came up with the following, after watching Braveheart:

It's better to face the truth that you are losing yourself than to find yourself in a lie.

Life is definitely difficult, a never ending challenge. Many times it will seem like the opponent against whom you fight ridiculously outnumbers your troops. Nevertheless - would you accept, indeed, trading a life of fight for what you stand for - for an armistice and stand not anymore, as a man, in the course of history? The choice of guarding the boundaries that distinguishes you from the rest - rests on you.

Would you rather give up your name for being called Someone?

Monday, March 28, 2011

Entre o Certo e o Errado





Rapaz... a gente passa por muita coisa nessa vida. Talvez seja a vida que passa por muita gente... Quem sabe até sejam as coisas que passam por muitas vidas?! Enfim, o que voce já entendeu, é que a gente têm muitas certezas nessa vida. Na sua grande maioria - duvidosas, superficiais e insustentáveis, é verdade. Até mesmo inexpressivas! Mas são certezas, certamente -  e, sendo assim, não há com o que implicar. Ou do que implicar. Se bem que... uma certeza implica muita coisa, não?

De certo, são noções que apresentam-se a nós em um dado momento de nossas vidas, convencem-nos de suas veracidades, instauram seu regime, absolutista – monarquia cujo rei representa o bem comum - e nos torna, seus subordinados. Peraí, subordinar-se à verdade não significa fazer tudo que ela manda! Significa ser disciplinado, não contestar, ser obediente e manter sempre o sorriso quando diante do rei.

Ué, por que essa cara? São coisas diferentes. (Já tenho minhas dúvidas se você deve continuar...) Não quero lhe deixar desconfortável – não me entenda mal – apenas quero garantir o cumprimento das regras. Não, não acho que sejam coisas mutuamente exclusivas, você manter sua individualidade e seguir a minha pauta. Bem, voce é muito intrigante e vivo, mas me permitiria, porém,  prosseguir com minha exposição?

Pois bem, retomando... simples assim - é a verdade. É certo que, apesar de tudo, há quem diga que não dá pra viver sem certezas. É errado achar que todas são ruas sem saída, levando a Lugar Algum - quem pode ter certeza ? Lugar Algum, aliás, é ainda um lugar... (mas não vou comentar a respeito neste espaço, correm boatos de que a  a densidade demográfica tem aumentado descontroladamente, e não dificilmente se encontra mais algum lugar que preste em Lugar Algum.)

Nao se faça de desentendido - entre certo e errado, você entendeu. Entendeu que tem que ficar com um deles, ora essa! Que tem que fazer uma escolha. E tem que escolher bem! Não vá me escolher nada de que vá se arrepender,  depois voltar atrás... ficar cabisbaixo, resmungando "eu ja devia saber..." Tens que ter certeza, meu caro. Ninguém falou que era fácil. Se assim fosse, é certo que todo mundo a procuraria...

As certezas têm um jeito engraçado de ser. Certeza que é certeza sempre promove a si mesmo como sendo a tal, a única entre todas as outras - mas não demora muito e a convivência começa a revelar que, em seu íntimo, ela abriga mais perguntas que respostas. E sua pose de valor absoluto, imutável e irrefutável? Mornarca dono de seu trono por direito divino ! E vai retrucar... está certo que quem cala consente, mas não é errado... pela falta de recursos - aceitar ? Não sejamos complacentes. Uma coisa é o direito divino, outra coisa é direito advindo. Não façamos caso, pois não existe acaso. E caso fosse assim, não seria esse o caso! Que mania de complicar tudo que tem o cidadão, Deus meu...

Uma vez a Certeza me revelou que cada uma das suas guarda uma nova pergunta. Perguntei se era uma pergunta relacionada à resposta da pergunta a qual ela se prestava a responder, a priori - ao que perguntou "e voce achou que era só isso?" Perguntei se existe a possibilidade de existir alguma coisa como a última da hierarquia, a mãe de todas as outras - ao que indagou, com indiferença: "me diz uma coisa: o que é que você quer tanto saber?!"

E de Certeza em Certeza a gente vai se certificando - de que, nessa viagem, o destino de um trem é ponto de baldeação para outro. Entre o certo e o errado, a gente senta e espera um novo trem. Entre o certo e o incerto, existe ainda o porém (e não se esqueçam, fazendo-me o favor,  do vão entre o trem a plataforma!)

A gente têm muita certeza nessa vida. E quanta gente será que a Certeza já têm?

Quer saber de uma coisa, já estou farto desse negócio. E daí ? No final das contas, as certezas mudam, sim - mas o que conta é que nós sempre estivemos certos. É ou não é ?